Sexta-feira, Maio 16, 2008

Geminação Lisboa-Gaza


Caros amigos,

Pedimos que vejam a petição que ontem lançámos e que está acessível em:

http://www.petitiononline.com/mod_perl/petition-sign.cgi?ggaza

Caso tenham acordo com as linhas essenciais da petição, pedimos também que a assinem e que divulguem o endereço na net para a assinatura doutras pessoas potencialmente interessadas.

Saudações solidárias,

Comité de Solidariedade com a Palestina

Segunda-feira, Maio 12, 2008

Assembleia MayDay


Assembleia MayDay!!
Quarta :: 14 de Maio :: 21:30h

Depois da parada chega a hora de fazer o precioso balanço.
A tua presença é importante!

Cooperativa Cultural Crew Hassan
Rua das Portas de Santo Antão, 159 (perto Coliseu)

Divulga já pelos teus contactos!!
Não faltes!

Até Quarta!


--
O precariado rebela-se!!!

maydaylisboa@gmail.com
maydaylisboa.blogspot.com
http://groups.google.com/group/maydaylisboa

Sexta-feira, Maio 09, 2008

Orçamento Participativo e Democracia Local


II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local

15 e 16 de Maio | Palmela

Cine-Teatro S. João | Biblioteca Municipal


O II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local tem como objectivos principais promover a informação, o debate e a troca de experiências sobre processos participativos em contextos locais.

A sua preparação iniciou-se no seguimento directo de um primeiro Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo, realizado em 2007, em S. Brás de Alportel, que reuniu cerca de 200 participantes.

Inscrições até 13 de Maio

Envie a ficha de inscrição disponível em http://www.mailfx.info/mlists/cmpalmela/mai08/cmp080508b.gif via postal ou fax para:

Câmara Municipal de Palmela | Divisão de Acção Cultural

Largo do Município | 2950 Palmela

Fax: 212 538 529

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Informações: 212 338 520 | cmp.divcultural@mail.telepac.pt | http://www.cm-palmela.pt/

Organização: Câmara Municipal de Palmela

Quinta-feira, Maio 08, 2008

Debate - A Globalização da Fome


A Tertúlia Liberdade promove:

DEBATE: A GLOBALIZAÇÃO DA FOME
com a participação dos economistas: Zaluar Basilio, Pedro Goulart, José Luis Felix e o estudioso Pedro Gomes.
14 de Maio - 4ª feira, 18,15h
CREW HASSSAN - R. PORTAS DE Stº. ANTÃO, 159-163


Multidões passam fome, e alguns adoecem com a gordura para que uns poucos acumulem riquezas. PORQUÊ?
PARTICIPA E DIVULGA

Com um abraço do,
José Luis Felix

Quarta-feira, Maio 07, 2008

O Comércio Justo nos jardins do Príncipe Real


Dia Mundial do Comércio Justo
O Comércio Justo nos jardins do Príncipe Real
No Sábado dia 10 de Maio poderá visitar,
entre as 10h e as 19h,
uma exposição de panos tradicionais da Guiné-­Bissau
recentemente integrados no circuito do Comércio Justo,
assim como conhecer e adquirir outros produtos.


Este evento é promovido por: CIDAC (Lisboa), Ecos do Sul (Damaia) e Mó de Vida (Almada). Estas 3 organizações representam o Espaço por um Comércio Justo (ECJ) em Portugal, uma rede de âmbito ibérico que promove um Comércio Justo transformador.

Os produtos de Guiné-­Bissau provêm da Associação Guineense Artissal, uma organização de tecelões e costureiras das etnias Manjaca e Pepel que assenta a sua intervenção nos princípios do Comércio Justo.

À venda estarão produtos alimentares e de artesanato, tais como chá, café, chocolate, quinoa, arroz, bijuteria, artigos de decoração e brinquedos.

A rede ECJ (www.espaciocomerciojusto.org), que reúne cerca de 40 organizações, defende os princípios do Comércio Justo para todos os actores da cadeia comercial, desde a produção até ao consumo.

Apostamos num trabalho assente na Economia Social e na defesa da Soberania Alimentar, negando por exemplo a venda nas grandes superfícies ou parcerias com as multinacionais.

Para esclarecimentos ou informações adicionais não hesite em nos contactar:
Lina Afonso, CIDAC (www.cidac.pt), ed­la@cidac.pt, 213 172 860
Carla Soares, Ecos do Sul, ecosdosul@net.novis.pt, 214 767 750
Carlos Gomes, Mó de Vida (www.modevida.com), modevida@modevida.com, 212 720 641 / 91 4035720

Sexta-feira, Maio 02, 2008

Carta de Solidariedade com a Bolivia


São Paulo, 02 de abril de 2008.

Exmo. Senhor Presidente da República da Bolívia
M.D. Evo Morales

Senhor Presidente,

Gostaríamos, em primeiro lugar, em nome do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz, Cebrapaz, de saudar a valente luta que o povo boliviano vem desenvolvendo nos últimos anos em defesa de sua soberania e autodeterminação.

Expressamos nossa total solidariedade ao processo encabeçado pelo senhor, que busca romper com a longa noite do neoliberalismo e construir uma Bolívia com desenvolvimento e justiça social.

O objetivo desta carta é expressar nossa condenação aos intentos separatistas, que as elites da província de Santa Cruz possuem com a realização do referendo que busca criar um "Departamento Autônomo". Esta iniciativa visa criar um ambiente de secessão e perpetuar privilégios e interesses de uma pequena minoria à custa do conjunto da sociedade boliviana.

Alertamos que este referendo de cunho separatista na é mais uma iniciativa do imperialismo estadunidense para desestabilizar o continente latino americano e criar dificuldades para o processo de integração em curso.

O fato de que tal referendo tenha sido declarado ilegal pelo Tribunal Eleitoral da Bolívia, que não tenha sido desconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas) nem pela OEA (Organização dos Estados Americanos), demonstra o isolamento em que imperialismo estadunidense e seus sócios locais se encontram. De igual modo mostra o respaldo que o governo legitimamente constituído do senhor presidente Evo Morales, possui na grande maioria do povo boliviano e na comunidade internacional.

Frente a esta situação, reafirmamos nossa total solidariedade com o povo boliviano e com o governo legitimamente eleito do senhor presidente Evo Morales. O Cebrapaz tem convicção de que o processo constituinte boliviano responde às necessidades e aos anseios da grande maioria da população boliviana, fortalecendo a unidade nacional.

Atentamente

Diretoria do Cebrapaz

Quarta-feira, Abril 30, 2008

MayDay Lisboa 2008


Parada MayDay :: 1º de Maio :: Dia d@ Trabalhador/a



O MayDay é uma parada de precári@s que vem marcando o 1º de Maio em várias cidades por esse mundo fora, desde da estreia em 2001, em Milão. Depois da primeira edição no ano passado, o MayDay Lisboa está de volta!

Uma organização aberta a tod@s permitiu continuar o nosso percurso de visibilidade e mobilização. Acções públicas, debates, festas e muita gente a juntar-se para fazer uma parada mobilizadora, onde a imaginação transforma a rua num espaço em que desfila a alegria da recusa de uma vida aos bocados. Na parada MayDay cabemos tod@s: mais nov@s e mais velh@s, operadores de call-center, "caixas" de supermercado, cientistas a bolsa, intermitentes, desempregad@s, estagiári@s, contratad@s a prazo, estudantes que vivem ou pressentem a precariedade,…

:: Concentração no Largo Camões (metro Baixa / Chiado), a partir das 13 horas, para pic-nic e animação ::

:: Partida às 15 horas em direcção ao Martim Moniz ::


:: Desfile com a Manifestação do Dia d@ Trabalhador/a ::

Esta parada depende de tod@s nós! Passa a palavra do precariado em luta!
É urgente! A 1 de Maio soamos o alarme!

MayDay!! MayDay!!
O precariado contra-ataca!!



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O precariado rebela-se!!!

maydaylisboa@gmail.com
maydaylisboa.blogspot.com
http://groups.google.com/group/maydaylisboa

Tribunal - Iraque: 5 anos de ocupação sob escrutíneo


Decorreu em Lisboa, no passado dia 18 de Abril, a 2ª audiência portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque.

O seu objectivo foi o de proceder a uma avaliação dos 5 anos de ocupação no duplo aspecto: das responsabilidades dos autores da agressão (os EUA e o Reino Unido) e da cumplicidade das autoridades portuguesas.

Esta avaliação teve a forma de uma Acusação, cuja formulação esteve a cargo do juiz do Supremo Tribunal de Justiça, Eduardo Maia Costa.

A Acusação debruçou-se sobre as violações do direito, os crimes cometidos pelos ocupantes, a onda de restrição das garantias individuais que irradia dos EUA a pretexto da luta «antiterrorista», as prisões secretas e os voos da CIA, a resistência iraquiana.

Foram ouvidos os testemunhos da iraquiana Eman Khamas, refugiada em Espanha; de Carlos Varea, coordenador do CEOSI – Campanha de Estado contra a Ocupação e pela Soberania do Iraque, Espanha; e de Manuel Raposo, membro da Comissão Organizadora do Tribunal-Iraque.

No fim da audiência fomos falar com Manuel Raposo.

Sábado, Abril 26, 2008

Historias de Mundos Possibles


La Universidad Popular de Roma (UPTER) y la Universidad Popular de los Movimientos Sociales (UPMS), invitan a todos aquellos que trabajan a favor del cambio social en el ámbito de los derechos humanos y de la democracia, a narrar sus experiencias.

El proyecto tiene como objetivo la creación de un archivo digital de experiencias de cambio social, educación y prácticas alternativas en los distintos ámbitos donde se lucha por la sostenibilidad de los derechos humanos y la democracia: el trabajo, la solidaridad económica, la intercultura, el diálogo religioso, el diálogo político, el medio ambiente, la salud, la paz, los bienes públicos, la participación social, etc.

Leer todo.... ES http://esp.powos.opencontent.it/

Solidariedade à Bolívia e seu povo frente às ameaças da oligarquia e da direita


Está convocado pelo governo de Santa Cruz (Departamento ao sul da Bolívia) para o próximo 4 de maio um "referendum" com vistas a aprovar a "autonomia" (verdadeira separação nos termos que está proposta) dessa região em relação ao restante do país. Trata-se de uma flagrante violação das leis desse país impulsionada pelo evidente interesse das oligarquias dessa região de se apropriar indevidamente de riquezas naturais que são do povo boliviano.

O "referendum" é ilegal porque se trata de uma figura jurídica inexistente na atual legislação boliviana, e porque a proposta de "Estatuto de Departamento Autônomo" que pretende aprovar, foi elaborado em menos de 48 horas em uma reunião de pessoas não eleitas por ninguém para tal fim – apenas convocadas pelo governo local – e sem nenhuma consulta à população da região e do país.

Por detrás dessa proposta está a intenção das oligarquias que governam esse departamento, evitar que as reformas progressistas que vêem sendo impulsionadas pelo governo Evo Morales com apoio majoritário dos movimentos sociais e populares, tenham vigência em seu território. Querem impedir a reforma agrária e os programas sociais de alfabetização e de distribuição de renda que beneficiam já os marginalizados.

Querem fazer recuar as políticas de nacionalização dos recursos naturais que tem servido para que uma parte maior da renda do gás e dos minérios seja arrecadada pelo governo central para as políticas sociais; querem que essa renda volte às mãos das oligarquias como foi nas últimas décadas neoliberais antes do governo Evo. Ao mesmo tempo em que querem uma “autonomia” para as oligarquias, tentam impedir o reconhecimento –impulsionado pelo governo Evo – do direito das comunidades indígenas nessa região a terem autonomia para se desenvolver com suas próprias regras tradicionais.

A CUT, representando mais de sete milhões de trabalhadores e trabalhadoras afiliados em seus sindicatos de base, manifesta sua solidariedade ao povo boliviano em sua luta de resistência frente a mais esta agressão da oligarquia e da direita desse país.

Em defesa da integridade territorial da Bolívia!

Em defesa das conquistas sociais do povo boliviano!

Em defesa da união dos países da América Latina!

Não ao referendum oligárquico de 4 de maio!

ARTUR HENRIQUE DA SILVA SANTOS
Presidente

JOÃO ANTONIO FELICIO
Secretário de Relações Internacionais

CUT Brasil: Carta de solidaridad al presidente Evo y llamado público en apoyo a Bolivia y contra el 'referendo' en Sta Cruz


São Paulo, 09 de abril de 2008.

Exmo Senhor Presidente da República da Bolívia
Evo Morales

Senhor Presidente,

Gostaríamos, em primeiro lugar, de saudar o valoroso povo irmão da Bolívia, em particular os trabalhadores e trabalhadoras de todas as províncias e rincões deste país.

Acompanhamos a vários anos toda a luta que vocês têm levado adiante para consolidar a democracia, a participação popular na definição dos rumos de um país soberano e para superar as políticas neoliberais que tanto mal fizeram a Bolívia, bem como os esforços que envidam para alcançar o desenvolvimento econômico e a justiça social.

Assim como nos sentimos muito felizes quando um ex-dirigente sindical e um homem com origem dos meios populares mais humildes, o companheiro Luis Inácio Lula da Silva, foi eleito por duas vezes Presidente da República do Brasil, também nos sentimos felizes e orgulhosos pela escolha da população boliviana de um Presidente com origem semelhante, o companheiro Evo Morales Ayma.

Estes dois líderes políticos junto com outros no nosso continente representam o anseio da ampla maioria do povo latino americano por mudanças e superação da exclusão social, das injustiças e desigualdades que há 500 anos caracterizam nossos países.

No entanto, atender a este anseio é complexo e lento, bem como implica em tomar decisões corajosas que freqüentemente se chocam com interesses particulares e minoritários. Implica também em mudanças culturais e exige o desenvolvimento de muito diálogo entre os diferentes setores da sociedade.

Neste sentido, nos preocupa sobremaneira a iniciativa das autoridades provinciais de Santa Cruz de convocar um referendo ao arrepio da legislação nacional para aprovar a criação de um “Departamento Autônomo” cujo estatuto tem nítidas feições de um processo separatista.

De maneira nenhuma nos parece correto confundir o justo e necessário esforço para implantar medidas de descentralização administrativa e definição de atribuições dos governos provinciais e municipais com o intuito de melhor servir à população com separatismos que, além de tudo, visam perpetuar privilégios e interesses privados à custa do conjunto da sociedade boliviana.

Uma das razões pela qual a América Latina não logrou o mesmo nível de desenvolvimento de outras regiões que também alcançaram sua independência no século XIX foi a divisão territorial provocada por interesses mesquinhos das elites da época e que, não raro, provocaram conflitos armados entre povos e países irmãos dos quais temos exemplos de até uma década atrás.

Mirando a situação de outras regiões do planeta, já tivemos a oportunidade de aprender que desenvolvimento econômico, social e político no atual mundo globalizado exigem mecanismos de integração e não de fragmentação.

A atual iniciativa nascida em Santa Cruz não interessa aos trabalhadores cruceños, bolivianos, brasileiros e latino americanos. Mais uma vez se trata de uma ilusão manipulada pelas elites locais e de oposição a um governo com origem democrática e popular que somente trará prejuízos ao conjunto da população de nossa região.

Estamos confiantes que a Constituição da Bolívia, ora em discussão possa dar conta dos anseios da maioria da população do nosso país irmão em todos os sentidos e fortalecer a unidade nacional absolutamente necessária para que os recursos naturais e a capacidade criadora dos bolivianos produzam o justo e necessário desenvolvimento a que têm direito.

Artur Henrique da Silva Santos
Presidente

João Antonio Felício
Secretário de Relações Internacionais

Terça-feira, Abril 22, 2008

Lisboa: arraial do 25 de Abril 2008


O Arraial do 25 de Abril parte da iniciativa da Associação ABRIL, com a colaboração e participação de várias Associações, Movimentos e Grupos de carácter político, cívico e cultural e realiza-se na noite de 24 de Abril, no Largo do Carmo.

Pretende-se que este evento se torne num momento significativo da intervenção cívica e política dos cidadãos. Por isso, este Arraial, para além do seu carácter lúdico transmitido pela mostra das actividades desenvolvidas pelas diversas entidades, nomeadamente a nível de artesanato, música, dança e gastronomia, tem também um cunho pedagógico, manifestado através dos diversos painéis/ exposições alusivos às realidades não só do quotidiano do país mas também a factos históricos de profundo valor simbólico para o desenvolvimento e aprofundamento da democracia em Portugal e, até, no mundo.

De salientar que este ano haverá uma exposição cronológica sobre o 25 de Abril, no Quartel do Carmo, denominada: "25 de Abril: memória e projecto de um tempo recente". Para além disso, as salas do Quartel do Carmo que foram palco do 25 de Abril estarão de novo abertas a todos quantos as queiram visitar.

Esta Festa expressa ainda um apelo para que a chama dos ideais do 25 de Abril permaneça acesa no coração e na esperança de todos nós. Exprime também o desejo de que o cravo que animou a revolução e a canção da fraternidade entre "o povo que mais ordena"continuem vivos na memória e na concretização de uma sociedade mais justa e solidária, afirmada pelos decisores políticos e reivindicada pelas pessoas em geral.

Esta actividade conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da Associação de Turismo de Lisboa, da Comunicasom, do Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra e da Associação 25 de Abril.

Carlos Furtado

Segunda-feira, Abril 21, 2008

Declaração da Assembleia do Conselho Mundial da Paz


DECLARACIÓN de la Asamblea del CMP - Caracas, 9-10 de abril de 2008

La Asamblea del Consejo Mundial de la Paz se celebró con éxito los días 9 y 10 de abril de 2008 en Caracas, Venezuela, con la participación de 265 delegados y 285 participantes de 124 organizaciones de 76 países. Luego de un debate muy rico y fructífero, los participantes de la Asamblea concluyeron con la siguiente declaración a los pueblos del mundo:

Los acontecimientos ocurridos desde la última Asamblea del CMP en mayo del 2004, han llegado a crear una situación que es crucial para la humanidad, una situación marcada por la intensidad creciente de la agresividad de la estrategia mundial de los EE.UU., que se empeña en imponer y consolidar el nuevo orden mundial de guerra y opresión. La humanidad como un todo enfrenta la agresividad acelerada de las políticas imperialistas. Su esfuerzo concertado para afianzar su dominación, va acompañado por una exacerbación e incremento en las rivalidades por los mercados, la energía y los recursos estratégicos, y por el dominio geopolítico y geoestratégico. La situación se agudiza particularmente en las regiones de importancia estratégica para el control económico y geopolítico, como los Balcanes, Eurasia y África.

Pero por otro lado, ciertos acontecimientos en diferentes países del mundo ayudan a crear más obstáculos para el imperialismo, el cual confronta un creciente aislamiento político como resultado de sus actos arbitrarios y unilaterales de violación de los derechos humanos y de los pueblos. La resistencia contra el imperialismo, como se da en América Latina o en el Medio Este, da esperanza a los pueblos de alcanzar un mundo justo y pacífico. El CMP hace un llamado a lograr relaciones políticas más equitativas entre las naciones, sin amenazas militares ni dominación imperialista, y a establecer un orden mundial de paz y justicia basado en los principios pacíficos de la Carta Constitucional de la ONU.

Hoy, el imperialismo dirigido por los EE.UU., amenaza la soberanía nacional y la integridad territorial de todos los países. Casi todas las recientes intervenciones imperialistas en todas las regiones han resultado en divisiones de países y separación de los pueblos por la guerra y la sangre. La unilateral declaración de independencia de Kosovo ha sido el ejemplo más reciente y dramático de la política del imperialismo de "dividir y gobernar". Las ideas y los movimientos separatistas son apoyados y manipulados por el imperialismo. Los llamados "estados independientes" formados por la división de estados preexistentes, resultan ser apenas protectorados, que sirven de bases para las actividades imperialistas. Por consiguiente, es importante que el movimiento mundial de la paz asuma una posición firme contra esta política del imperialismo de "dividir y gobernar", y que se haga mayor énfasis en los conceptos de soberanía nacional y de integridad territorial de los estados.

Otra amenaza para la paz mundial y los valores humanitarios hoy en día, es el fortalecimiento de ideologías reaccionarias, fundamentalistas, conservadoras y racistas en todo el mundo; esta es una tendencia que facilita el dominio de los capitalistas y de los imperialistas. El CMP y el movimiento mundial por la paz deben fortalecer también la acción contra las ideas reaccionarias y el racismo y deben promover ideologías progresistas y humanitarias.

La dominación del nuevo orden mundial imperialista está empeorando la situación económica de los trabajadores y de los pueblos en general, tanto en los países desarrollados como en los países en vías de desarrollo. La promoción de la restructuración capitalista y de las políticas neo-liberales, con la eliminación de los logros de los trabajadores y la aplicación de formas flexibles de empleo, la abolición de los convenios laborales y las privatizaciones generalizadas en todos los sectores, están provocando un incremento en la pobreza, el desempleo, el hambre y la miseria. Aumentan los problemas sociales y las tensiones. Crece el descontento y los trabajadores libran luchas a las cuales el movimiento por la paz puede y debe unirse. El CMP denuncia el creciente gasto militar, cuya responsabilidad recae, en primer lugar, sobre los EE.UU. El CMP exige recortes sustanciales en los presupuestos militares, y la reasignación de los recursos para gastos sociales, incluyendo el bienestar, la educación y la vivienda.

Se militarizan cada vez más las relaciones internacionales. La Unión Europea está asumiendo con mayor frecuencia posiciones agresivas en sus relaciones internacionales, en cuanto a la solución de conflictos latentes y emergentes, o guerras prolongadas y continuas. La complicidad de la Unión Europea con la OTAN, una alianza agresiva con jurisdicción mundial auto-proclamada, no sólo representa un peligro para la paz mundial, sino también constituye una política peligrosa y autodestructiva para los pueblos de Europa. La organización terrorista OTAN continúa siendo una de las mayores amenazas para los pueblos del mundo. Donde quiera que la OTAN interviene, se violan flagrantemente principios básicos del Derecho Internacional y de la Carta Constitucional de la ONU. Yugoslavia ya había sido terreno para la aplicación de la nueva doctrina de la OTAN; ahora, las tropas de la OTAN llevan a cabo la ocupación de Afganistán. La expansión de la OTAN representa una amenaza para todo el mundo. Dentro de este contexto, el CMP saluda al pueblo de Ucrania, la mayoría del cual se opone a que su país sea miembro de la OTAN, y exige que se tomen medidas inmediatas para efectuar el desmantelamiento de la OTAN.

El CMP expresa su solidaridad con los crecientes movimientos por la abolición de las bases militares extranjeras, la cuales son instrumentos de guerra y agresión.

El concepto de "guerra contra el terror", entre otros, es utilizado por los imperialistas para limitar el derecho democrático de los pueblos, especialmente en los países europeos y norteamericanos. En el período reciente, el autoritarismo, la vigilancia policial y la ofensiva contra las libertades y los derechos democráticos, han recrudecido con sangrientos ataques por parte de la policía y otras fuerzas represivas. La actividad de la CIA, con sus secuestros ilegales y sus arrestos de cientos de ciudadanos inocentes, así como el uso de aeropuertos europeos para su transportación, todo ello llevado a cabo con el consentimiento de los gobiernos europeos, ha sido puesta al descubierto oficialmente. Se ha instalado un monstruoso sistema de vigilancia, que abarca desde cámaras para espiar todas las actividades de las personas hasta la creación de bases de datos, incluyendo archivos de ADN.

Al mismo tiempo, crece la ofensiva ideológica y se fomenta la falsificación de la historia para justificar los crímenes del imperialismo. Cualquier país que no se someta es considerado por el imperialismo como antidemocrático, y cualquier persona que se resista es considerada terrorista. Se realizan intentos por revivir el fascismo en Europa. Se calumnia a los movimientos progresistas para envenenar las mentes de la joven generación. Junto con los movimientos populares, el CMP defiende los derechos democráticos, la historia del movimiento progresista, sus posiciones y los ríos de sangre derramada por los pueblos por la libertad y el progreso social. Tenemos que luchar con todas nuestras fuerzas para prevenir que la Era Oscura ideológica que impulsa el imperialismo llegue a consolidar su dominación.

Por otro lado, éste es el séptimo año de la ocupación de Afganistán, y el quinto de la ocupación de Irak. Sin embargo, la fuerza de EE.UU. fue detenida en Irak; los planes de los EE.UU fueron desarticulados y debido a esto se impidieron o aplazaron nuevas agresiones. Este es un importante logro para la humanidad. El CMP expresa su solidaridad con el pueblo iraquí y su derecho legítimo de resistirse a la ocupación. El CMP exige el fin inmediato y sin condiciones de la ocupación de Irak, el retiro inmediato de todas las tropas extranjeras en el país y la indemnización de todas las pérdidas del pueblo iraquí.

Los pueblos del mundo todavía enfrentan la amenaza de la guerra nuclear, representada por la política de los EE.UU. de ataque nuclear preventivo. La llamada crisis nuclear norcoreana también ha establecido claramente la naturaleza discriminatoria del régimen del Tratado de No Proliferación. Con el desarrollo y el perfeccionamiento de tecnologías nucleares y sistemas de lanzamiento por el imperialismo, la posibilidad de establecer Zonas Libres de Armas Nucleares se ha tornado completamente redundante. La eliminación de las armas nucleares es una tarea urgente para toda la humanidad. Hoy, crece en todo el mundo el llamado para la abolición de las armas nucleares. El CMP exige que todos los países que posean armas nucleares tomen medidas concretas para abolir su arsenal nuclear, con miras a la Conferencia de Revisión del Tratado de No Proliferación que tendrá lugar en 2010. Además, el CMP demanda que se realicen acciones para un desarme general en todo el mundo.

La administración de los EE.UU. aplica "dobles raseros" en cuanto a las armas nucleares a fin de legitimar la agresión contra Irán, aunque el supuesto programa de armas de Irán ha sido completamente expuesto por las más recientes estimaciones de las agencias oficiales de inteligencia de los EE.UU. El CMP exige que se considere primero el arsenal nuclear de los EE.UU. e Israel, y se tomen medidas contra la amenaza nuclear que estos países causan a la humanidad. El Medio Oriente debe ser una Zona Libre de Armas Nucleares con la eliminación del arsenal nuclear de Israel.

El CMP condena la actitud agresiva de los países imperialistas, ante todo la de los EE.UU., hacia Irán y Siria, y llama a todas las organizaciones y personas amantes de la paz a estar alertas ante un probable ataque contra esos países. El CMP apoya el movimiento del pueblo iraní contra la guerra y las amenazas militares por los EE.UU., la UE e Israel. Declara su solidaridad con la lucha de las fuerzas progresistas iraníes por la paz, la democracia y la justicia social. El CMP exige que se eliminen las sanciones económicas contra Irán, y que se liberen de ocupación las Alturas del Golán, de Siria, y las granjas Shabaa, de Líbano, actualmente ocupadas por Israel.

Los recientes ataques israelitas contra civiles en la Franja de Gaza, demuestran una vez más que la masacre continuada del pueblo palestino persiste. La expansión israelita en tierras palestinas debe detenerse inmediatamente. Los asentamientos ilegales que significan la ocupación de hecho de tierra palestina deben ser desmantelados. El muro de separación debe ser demolido. El CMP saluda la lucha del pueblo palestino contra la opresión israelita y reafirma que la única solución justa y posible al problema es el establecimiento de un Estado Palestino independiente con los límites determinados en 1967, y con Jerusalén Oriental como su capital. La solución del problema de los refugiados y el retorno de los refugiados palestinos, debe basarse en la Resolución 194 de la Asamblea de la ONU, y de conformidad con las resoluciones pertinentes del Consejo de Seguridad de la ONU. Deben ser liberados los prisioneros palestinos y otros prisioneros árabes encarcelados en las prisiones israelitas. El gobierno israelita debe ratificar la convención de armas químicas y debe cumplir el Tratado Internacional de Inspección Atómica. Debe preparase una misión de investigación para recoger información en Palestina acerca de la nueva ola de actos agresivos contra civiles y el uso de uranio empobrecido. El CMP insta a todos los gobiernos a dar por terminados todos los vínculos militares y de seguridad que tengan con Israel.

La intervención militar en curso de los EE.UU. y la OTAN en Afganistán, es un esfuerzo deliberado por apropiarse de las rutas claves entre Asia del Sur, Central y Occidental. El CMP exige el retiro de todas las tropas extranjeras, así como la devolución de su soberanía al pueblo de ese país.

La situación en el sur de Asia es grave con el crecimiento e intensificación del fundamentalismo religioso y los continuos conflictos étnicos. En la mayoría de los casos, además de los factores internos específicos, la situación se ha exacerbado por la intervención directa e indirecta del imperialismo. La continua presencia de fuerzas de la OTAN en Afganistán, ha llevado al desasosiego de los pueblos en partes de Pakistán, particularmente en la frontera paki-afgana. El crecimiento de fuerzas fundamentalistas, por una parte, y el continuo apoyo de EE.UU. a la presidencia de Pakistán, protegida por el ejército, ha llevado al trágico asesinato de Benazir Bhutto. También en Bangladesh, una administración virtualmente apoyada por el ejército y respaldada por los EE.UU. y por otras potencias imperialistas, busca posponer la demanda de elecciones democráticas. En Sri Lanka, los conflictos étnicos requieren de una pronta solución política. El CMP expresa su solidaridad con los pueblos de Asia del Sur, marcados por la intensa pobreza, el hambre, el analfabetismo y el desempleo, y en cuya área se desarrollan maquinaciones imperialistas para desviar la atención a través de estos conflictos y socavar las justas demandas de paz, unidad y desarrollo. También saluda los avances de la lucha del pueblo de Nepal por el establecimiento de la democracia, y demanda la liberación de los prisioneros políticos en Birmania, la principal de los cuales es Ang Sung Kyi.

Hay en curso una peligrosa realineación de las fuerzas de los EE.UU. en Asia, incluyendo a Japón, conjuntamente con Okinawa y la República de Corea, con el objetivo de globalizar la política estadounidense de guerra preventiva. En el mismo sentido, los EE.UU. intentan hacer que sus aliados en Asia y el Pacífico trabajen con la OTAN. El CMP expresa su apoyo y solidaridad con el movimiento contra este plan del gobierno de los EE.UU., y por la retirada de todas las bases de EE.UU. de esos territorios. El CMP expresa su solidaridad con el movimiento japonés para defender el Artículo 9 de la Constitución de ese país, que renuncia a la guerra y prohíbe a la nación poseer fuerzas militares.

El CMP expresa su solidaridad con el pueblo coreano, en su deseo de lograr la reunificación pacífica de la península coreana, según la Declaración Conjunta del 15 de junio, realizada entre Corea del Norte y del Sur. El CMP saluda las conversaciones entre las seis partes para la solución pacífica del conflicto, y al mismo tiempo demanda que los EE.UU. pongan fin a su política hostil contra la RPD de Corea.

El CMP expresa su pleno apoyo al pueblo vietnamita por el continuo sufrimiento de más de un millón de víctimas del tóxico del "Agente Naranja" empleado por los EE.UU. durante su guerra sucia contra Vietnam. El CMP llama a todos los miembros y amigos del CMP a unirse activamente en una campaña internacional por la compensación de las víctimas y por la prohibición total de todas las armas químicas.

El CMP expresa su apoyo al derecho del pueblo de la República Popular de China para determinar sus propios asuntos sin interferencia extranjera, y rechaza cualquier utilización de los Juegos Olímpicos para fines políticos.

El CMP, al celebrar su Asamblea en América Latina, valora la nueva realidad política en la región, la cual es un creciente bastión de resistencia contra el imperialismo en el mundo actual. Después de poderosas luchas sociales y políticas contra el neoliberalismo, los pueblos infligieron derrotas significativas al imperialismo. Estos procesos tienen como objetivo buscar caminos propios y soberanos para sus naciones y pueblos, y confrontar la hegemonía imperialista en la región. Valoramos especialmente las experiencias de Cuba, Venezuela, Ecuador, Bolivia y otros países, los cuales enfrentan las amenazas abiertas y las intimidaciones del imperialismo.

Igualmente, valoramos el progreso de los diferentes procesos de integración regional complementarios, como la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA), la Unión Suramericana de Naciones (Unasur) y Mercosur, y declaramos nuestro apoyo a la inmediata incorporación plena de Venezuela a Mercosur. Aplaudimos la derrota de la propuesta anexionista del Tratado de Libre Comercio de las Américas (TLC).

El CMP condena los actos de las fuerzas reaccionarias de la oligarquía local, en colaboración con los EE.UU. y sus aliados en la región y en Europa, para derrocar a la Revolución Bolivariana de Venezuela. El CMP también condena las intenciones secesionistas de la oligarquía en Bolivia. Apoyamos los esfuerzos por construir una sociedad de justicia, paz y solidaridad, de acuerdo con los deseos de los pueblos.

El CMP condena los recientes ataques de Colombia en Ecuador, que son explícitamente la nueva fase del Plan Colombia, y que representan los esfuerzos por imponer en la región la estrategia de guerra preventiva del imperialismo de los EE.UU. El CMP denuncia el asesinato de los líderes y negociadores de las FARC. El CMP felicita a los líderes de Venezuela y Ecuador por resolver la tensión pacíficamente. El "Intercambio Humanitario", propuesto por Hugo Chávez, debe llevarse a cabo.

El CMP condena la existencia de bases extranjeras a todo lo largo de América Latina, incluyendo las de Honduras (sitios operacionales avanzados) y la Escuela de las Américas en El Salvador, un país que ha sido obligado a enviar tropas a Irak. También declaramos nuestro apoyo a la decisión soberana del Presidente Rafael Correa de Ecuador de cerrar la base de EE.UU. en Manta en 2009.

El CMP expresa su apoyo al pueblo de la Guayana Francesa por su derecho a la libre determinación. Asimismo, exige la descolonización de todos los territorios en el Caribe.

El CMP expresa su profundo respeto y solidaridad al pueblo cubano, que defiende su revolución continuamente contra todo tipo de manipulaciones y asedios. El CMP reitera sus demandas por el levantamiento del bloqueo de los EE.UU. contra Cuba, y por la liberación de los Cinco Prisioneros Políticos cubanos encarcelados ilegalmente en los EE.UU.

El CMP denuncia la nueva escalada en los desarrollos en el "tablero de ajedrez imperialista" de los Balcanes, con la declaración unilateral y separatista de "independencia" de Kosovo. Este es un nuevo acto de violación flagrante de la soberanía de Serbia como un estado independiente, del Derecho Internacional y de las resoluciones pertinentes de la ONU. El CMP expresa su solidaridad con los pueblos de la ex-Yugoslavia, y llama a las fuerzas amantes de la paz en esa área a unirse y coordinar acciones comunes contra los planes imperialistas.

El CMP expresa su apoyo y solidaridad a los pueblos de Polonia y la República Checa, los cuales rechazan el despliegue de bases estadounidenses del "Escudo de Defensa Anti-misiles" en sus países. Los EE.UU. usan, como pretexto para sus planes de construir bases militares del sistema de defensa anti-misiles en la República Checa y en Polonia, la inexistente amenaza nuclear de Irán. La razón real es obtener la capacidad para asestar el primer golpe sin miedo al contragolpe. Esta política de EE.UU. de construir un sistema de defensa anti-misiles tiene que ser detenida.

El CMP expresa su solidaridad con el pueblo chipriota por una federación unificada, independiente, bi-zonal y bi-comunal, de acuerdo con las resoluciones de la ONU y las conversaciones de alto nivel, y sin bases ni tropas extranjeras; una patria común para los chipriotas turcos y los chipriotas griegos, sin "garantes" ni "protectores".

África es blanco de nuevas interferencias y explotaciones económicas y políticas tanto por sus antiguos gobernantes coloniales como por los neo-coloniales, dirigidas a un mayor saqueo de sus recursos y, al mismo tiempo, para la distribución de nuevos mercados. El CMP denuncia la imposición imperialista de sanciones económicas contra países que no acceden a los deseos de los poderosos, bajo el pretexto de falta de democracia y violación de los "derechos humanos". Dentro de este contexto, exigimos el levantamiento de las sanciones económicas por los EE.UU. y la UE contra el pueblo de Zimbabwe, y declaramos nuestro apoyo a su derecho a decidir sobre su propia tierra y su futuro.

La presencia de numerosas bases militares europeas, y el incremento del despliegue de fuerzas militares en África (es decir, la misión de la UE en Chad y en la República de África Central), son causa de profunda preocupación, teniendo en cuenta el pasado y en vista de los acontecimientos futuros en ese continente. El imperialismo tiende a intervenir en la región usando como pretexto los conflictos internos en Sudán. El CMP expresa su apoyo por una solución sustentable de paz en este país, sin ninguna intervención militar extranjera.

El CMP expresa su firme solidaridad con los pueblos de la República Árabe Democrática Saharaui, por sus décadas de sufrimiento y opresión. El Consejo subraya su apoyo a la lucha por la libertad del pueblo Saharaui y por una solución política, mutuamente aceptable entre el Frente Polisario y Marruecos.

Ante el desarrollo actual de las situaciones conflictivas en el continente africano, sobre todo en el Darfour de Chad, en la República de África Central, en Zimbabwe, en la República Democrática de Congo y en la República Árabe Democrática Saharaui, entre otros, la Asamblea General del CMP estimula y apoya todas las acciones por la paz y la distensión que llevan a cabo los movimientos africanos por la paz, en favor de los pueblos de las naciones en conflicto.

Ante el desafío de los esfuerzos imperialistas de los EE.UU. por dominar al mundo junto con sus aliados, nosotros, los delegados de la Asamblea del CMP, expresamos nuestra seguridad y nuestra confianza en el futuro de la humanidad. A través de las luchas masivas y coordinadas de nuestros pueblos, podemos lograr nuestros objetivos. Como ciertos ejemplos de resistencia y lucha antiimperialista lo demuestran claramente, el futuro es luminoso para la humanidad.

La Asamblea llama a todas las organizaciones y movimientos de los niveles nacionales, regionales e internacionales, a estar listos para trabajar y luchar para defender la paz contra los planes imperialistas, para unir nuestras voces y acciones por un mundo de paz, igualdad, justicia y solidaridad.

Quinta-feira, Abril 17, 2008

Sara Ocidental: acción urgente por los presos políticos saharauis


ACCIÓN URGENTE

Ante la gravedad de la situación por la que están pasando los presos políticos saharauis en las cárceles de Marruecos, que no sólo han sufrido unos juicios y unas condenas sin las más mínimas garantías jurídicas, sino que además son torturados en las prisiones marroquíes, por lo que han llevado a cabo una huelga de hambre que ha durado por más de cuarenta días y que, aun hoy, esta siendo mantenida por siete presos saharauis, hacemos una llamada para llevar a cabo una acción urgente consistente en:

Un acto de protesta a desarrollar por todos los comités ante los consulados y representaciones oficiales de Marruecos en cada país, denunciando la situación de los presos políticos saharauis y exigiéndoles su inmediata libertad.

La acción consistirá en la entrega de una carta con el contenido adecuado, portando los manifestantes fotos relativas a los presos y a las torturas recibidas.

Debe garantizarse la presencia mediática y realizar fotografías de los actos y rogamos nos las remitan a esta dirección de correo para incluirlo en la red.

La acción debe realizarse en cada lugar entre el 21 y 26 de abril.

En la ciudad donde no exista representación oficial de Marruecos, el acto se realizará ante una delegación oficial del país para que se remita al gobierno de Marruecos.


COMITÉ DE COORDINACIÓN DE CAMPAÑA

"PRO LIBERACION DE BRAHIM SABBAR Y TODOS LOS PRESOS POLITICOS SAHARAUIS"

Terça-feira, Abril 15, 2008

Tribunal-Iraque: segunda audiência


Tribunal-Iraque
Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque


Segunda Audiência
Lisboa, 18 de Abril, 21:30h, Casa do Alentejo
Entrada livre


Cinco anos de ocupação e de resistência em avaliação:

  • as responsabilidades dos EUA e do Reino Unido;

  • a cumplicidade das autoidades portuguesas;

  • as violações do direito, os crimes cometidos, a restrição das garantias individuais, os pretextos da luta "antiterrorista", as prisões secretas e os voos da CIA, a resistência iraquiana.

Acusação formulada pelo magistrado Dr Eduardo Maia Costa.

Grupo de Jurados constituído por personalidades representativas da sociedade portuguesa.

Testemunhos:
. Eman Khamas, Iraque;
. Carlos Varea, Espanha;
. Manuel Raposo, Tribunal-Iraque.

Contamos com a sua presença e o seu apoio.

A Comissão Organizadora do Tribunal-Iraque
Amílcar Sequeira, António Alves, Berta Macias, Cristina Meneses, Eduardo Maia Costa, Guadalupe Margarido, Helena Nascimento, João Mário Mascarenhas, José Mário Branco, Júlio Moreira, Manuel Monteiro, Manuel Raposo, Mário Tomé, Paulo Esperança

Festa MayDay :: Precári@s à Solta


Festa MayDay :: Precári@s à Solta
Ateneu Comercial de Lisboa, Rua das Portas de Santo Antão (perto do Coliseu de Lisboa)
Sábado, 19 de Abril, 21h30


Festejar a revolta do precariado
Estarmos juntos para termos mais força
Saltar, dançar, cantar, beber, ouvir, conversar à solta
Trazer alegria para a luta
Acumular energias para o MayDay

.:: Espectaculares concertos :: Fantásticas performances :: Inventivos workshops :: Animad@s dj's ::.

A entrada é uma moeda, mas ninguém fica à porta!

MayDay!! MayDay!!



PS: no cartaz consta ainda a Alameda como local de concentração, pic-nic e partida da parada MayDay Lisboa 2008. Na verdade, como muit@s já saberão, este ano, a 1 de Maio, juntamo-nos no Largo Camões!

--
O precariado rebela-se!!!

maydaylisboa@gmail.com
maydaylisboa.blogspot.com
http://groups.google.com/group/maydaylisboa

25A Manifestação Antiautoritária


Convite para uma manifestação antiautoritária contra a repressão policial.

Um ano depois do ataque policial em pleno Chiado no dia 25 de Abril de 2007, dois meses depois da carga policial no despejo do Grémio Lisbonense, perante os ataques continuados da polícia em Bairros Sociais e por todos os episódios de abuso e violência perpetrados pela repressão organizada do Estado, convocamos uma manifestação antiautoritária contra a repressão policial.

Manifestamos-nos neste dia porque passaram 34 anos desde que uma pseudo-revolução substituiu um governo fascista por um governo que continua a controlar, a matar e a reprimir e cujos antecessores rapidamente se preocuparam em controlar o "descontrolo" das populações no pós 25 de Abril.

A marcha dos tristes, que todos os anos comemora esta transição, não nos diz nada, pois não queremos celebrar o quotidiano policial nem a liberdade-de-centro-comercial.

O sistema capitalista, na sua vertente democrática, leva-nos a pensar que não sabemos gerir as nossas vidas e que a polícia é uma realidade à qual não podemos fugir. Como se não bastasse vivermos num estado policial, querem que sejamos nós próprios os polícias das outras pessoas, de nós próprios e dos nossos vizinhos. A polícia, que todos os dias reprime e violenta, não serve a ninguém se não àqueles que lucram com a miséria de todos os outros, àqueles que nos oferecem uma vida controlada, que destroem os ecossistemas, que impõem fronteiras entre regiões, que nos roubam no trabalho, que nos dizem como devemos ser e que nos querem convencer que somos indivíduos, quando a nossa individualidade não passa de uma ilusão no leque de possibilidades que a sociedade de consumo nos deixa ter.

Assim, esta como qualquer outra data, serve para contestar este e qualquer governo pois, inevitavelmente, todos nos querem impor uma vida debaixo de câmaras de vigilância, fronteiras e polícias várias. Todos estes métodos de controlo e repressão são tendencialmente universais e à medida que o tempo passa achamos serem cada vez mais normais e sabemos serem também mais presentes.

Todos conseguimos resolver os nossos conflictos, pensar pelas nossas próprias cabeças, imaginar como realmente queremos que sejam as nossas vidas.

Apelamos à participação de todos aqueles que condenam a violência policial e os métodos que o capitalismo e o Estado têm para nos controlar.

Praça da Figueira, Lisboa, 17:30h, 25 de Abril de 2008.

Segunda-feira, Abril 14, 2008

PARA QUE A PLEBE SAIBA


PARA QUE A PLEBE SAIBA:

Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa.
Agora - Presidente do BCP Angola.

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN).

Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais.
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD.

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro.
Agora - Vice-Presidente do BCP.

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de "trabalho", saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...).

António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa.
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta (e ainda umas "patacas" como comentador RTP).

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça.
Agora - Vogal do CA da CGD.

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças.
Agora - Administrador do BES.

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros.
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação.
Agora - Vogal do CA do BES.

Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte).
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.

etc etc etc...

última ...

Jorge Coelho:
Antes - Ministro das Obras Públicas (quando era ministro das OP, atribuiu concessões no negócio das SCUT...).
Agora - Presidente da Mota Engil, a maior construtora nacional.

O que é isto ?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor .

Cunha ? gamanço ?

...e depois este ESTADO até quer que se declarem as prendas de casamento e o seu valor.

Já é tempo de parar! Não te cales, DENUNCIA.

NOTA - mensagem recebida por correio electrónico

Domingo, Abril 13, 2008

Bolívia: Llamado por la liberacion de las comunidades


Ginebra, 8 abril 2008

Excelentísimo
Sr. Evo Morales
PRESIDENTE DE BOLIVIA
Señores
MINISTROS DE ESTADO
Sr. Rubén Costas
PREFECTO DE SANTA CRUZ, Bolivia

Distinguidas Autoridades nacionales y departamentales,

En nombre de Forum Social Lémanique (Foro Social de Ginebra, Suiza), queremos comunicarles nuestra enérgica condena y profunda indignación por los recientes acontecimientos ocurridos en la ciudad de Camiri y en la región del Alto Parapetí, Provincia Cordillera del departamento de Santa Cruz, Bolivia.

En efecto, nos informamos que, en pleno siglo XXI, los habitantes originarios de esta zona del Chaco manifiestan estar sometidos a un sistema de servidumbre que conlleva graves violaciones de sus derechos fundamentales, situación que está siendo observada por los órganos de la O.E.A. y la O.N.U. Asimismo, fuimos notificados de las gestiones efectuadas por el pueblo guaraní y en particular por las comunidades denominadas “cautivas” del Alto Parapetí, para establecer la dotación legal de tierras comunitarias en la región que siempre consideraron como su territorio ancestral.

Sin embargo, después de haberse cumplido escrupulosamente los trámites legales para iniciar la regularización del derecho propietario a la tierra y la consecuente liberación de estas familias y comunidades, el proceso fue interrumpido por grupos de personas movidas por ganaderos de la región. El 27 de febrero, éstos violentaron las oficinas del Instituto Nacional de Reforma Agraria (INRA) de Camiri, exigiendo la paralización de las labores técnicas y jurídicas en la zona del Alto Parapetí, y obligando a los funcionarios a abandonar la ciudad.

Posteriormente, el conflicto se agudizó cuando hacendados y mercenarios armados agredieron a la población en varias comunidades del Alto Parapetí y atacaron, en el camino que conduce a la propiedad “Caraparicito”, a una comisión gubernamental integrada por el Viceministro de Tierra, funcionarios del INRA y autoridades indígenas, disparando al vehículo y saqueando sus pertenencias, para evitar el saneamiento de los predios de Alto Parapetí.

Con mucha preocupación hemos sido anoticiados de múltiples amenazas de muerte, del amedrentamiento, de actos de vandalismo, robo y de agresiones cargadas de odio y racismo que sufren actualmente las familias de la zona y los dirigentes, tanto de la Asamblea del Pueblo Guaraní como de la Capitanía del Alto Parapetí. Nos alarma saber que las personas y comunidades guaraníes que sufren esta violencia se encuentren totalmente desprotegidas, más aún cuando algunas autoridades públicas locales, vinculadas a terratenientes o sectores con intereses políticos, estén sosteniendo estos actos delictivos, en desconocimiento de las leyes. Recibimos informaciones de fuentes fiables indicando que la carretera pública en la zona del Alto Parapetí ha sido cerrada con candados en por lo menos dos puntos, y es vigilada por individuos armados, contratados en forma privada para infundir terror en la población e impedir el libre tránsito.

Consideramos que es de interés de toda la comunidad internacional redoblar esfuerzos para demostrar que se puede poner fin a las relaciones de servidumbre y formas análogas, y prevenir y erradicar del mundo todo tipo de esclavitud moderna. Es por ello que nos llenan de indignación los hechos mencionados porque constituyen graves atropellos contra ciudadanos pacíficos que luchan por el elemental derecho a vivir libres en su territorio ancestral; de manera especial cuando se ve que ellos han optado resueltamente por la vía de la paz y de la legalidad, frente a actores que recurren a la violencia y ofenden los derechos humanos universales y los compromisos internacionales que unen a su país.

Con la esperanza de evitar mayores consecuencias, en nombre de todos los miembros del Foro, nos dirigimos a Ustedes para demandar:

  • El inmediato esclarecimiento de los hechos, el juicio y castigo a los responsables de las amenazas y agresiones, y la reparación a las víctimas.

  • La adopción urgente de todas las disposiciones necesarias para que cese la estrategia de terror en contra de la población indígena de la región y que se respeten sus derechos como ciudadanos bolivianos.

  • La implementación de medidas de protección efectivas contra toda amenaza o amedrentamiento, para resguardar la seguridad y la integridad física y psicológica de todas las personas, en particular de los dirigentes indígenas, y garantizar el cumplimiento de las labores de los
    funcionarios del INRA en el marco de las leyes vigentes.

  • La investigación exhaustiva e imparcial de todo indicio de la vergonzosa y cruel práctica de la esclavitud, servidumbre y formas análogas, para prevenir, identificar y erradicar definitivamente este flagelo de la humanidad.

Las instituciones internacionales tienen los ojos puestos en Bolivia para seguir el curso que se dará a las demandas de justicia de esta población indígena marginada del Chaco boliviano. No podemos quedar indiferentes ante atropellos de esta magnitud, que nos exigen implementar todos los medios a nuestro alcance para promover y garantizar el pleno respeto a los derechos de estos pueblos y comunidades indígenas.

Atentamente,
Olivier de Marcellus
Pour le Comité du FSL
Ginebra, Suiza

Sábado, Abril 12, 2008

13 de Abril: pelo Darfur


Sudão: Milhares de activistas em todo o mundo manifestam-se no Quinto Dia Global por Darfur

No próximo Domingo, 13 de Abril, dezenas de milhares de activistas irão manifestar-se a favor das crianças do Darfur um pouco por todo o mundo, para assinalar o Quinto Dia Global por Darfur. Em Portugal, a Plataforma PorDarfur delegou na Amnistia Internacional a coordenação da campanha sobre as crianças no Darfur.

"Uma geração de pessoas naturais do Darfur estão a crescer no medo e na insegurança" disse a Amnistia Internacional. "Este mês, as crianças no Darfur que completarem cinco anos de idade nunca terão conhecido a paz".

Manifestações, exposições, conferências públicas e outros eventos irão ocorrer em países como o Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, França, Suíça, Holanda, Suécia, Hungria, Espanha, Mali, Tunísia, Senegal, México e Austrália.

Os activistas irão apelar a todas as partes envolvidas no conflito para que acabem com os ataques contra os civis. Vão também apelar aos Estados Membros da ONU e da União Africana (UA) para que garantam que as forças de manutenção de paz da UNAMID sejam imediatamente integradas e que seja garantido transporte urgente, terrestre e aéreo, do equipamento. Por seu lado, a UNAMID deve proteger activamente todos os civis, especialmente as crianças.

Dos quatro milhões de pessoas afectadas pelo conflito no Darfur, 1.8 milhões tem menos de 18 anos.

Desde Abril do ano de 2006, o conflito terá desalojado 120 mil crianças.

Em Fevereiro de 2008, as forças Sudanesas e as milícias governamentais atacaram aldeias no oeste do Darfur. As crianças foram separadas das suas famílias enquanto tentavam fugir para o mato; duas semanas depois dos ataques, segundo a UNICEF, 800 crianças continuavam desaparecidas.

"Muitas crianças alcançaram a idade escolar conhecendo apenas a guerra e o medo – cinco anos durante os quais a comunidade internacional falhou em proteger as crianças e responder adequadamente ao desenvolvimento da crise que está a afectar a região" disse a Amnistia Internacional. "A comunidade internacional deve agir já para dar às crianças esperança e um futuro".

Em Portugal a Plataforma PorDarfur tem sido o rosto da denúncia do desespero vivido naquela região. Esta Plataforma é composta pela Amnistia Internacional, Africa-Europe Faith and Justice Network, Caritas Portuguesa, Comissão Justiça e Paz dos Religiosos, Fundação Gonçalo da Silveira, Missionários Combonianos e TESE, tendo como parceiros a Comissão Nacional Justiça e Paz, MissãoPress, Portal Sapo, Revista Além-Mar, Pro Dignitate e Mãos Unidas.

Para comentários contactar: Lucília José Justino, Presidente AI Portugal 91 850 24 90

Pela Plataforma
Lisboa, 11 de Abril de 2008


Resumo das últimas actividades promovidas pela Plataforma PorDarfur

LISBOA – 8 de Abril 2008: São formalmente admitidos novos parceiros institucionais da Plataforma de Darfur com as honradas instituições Pro Dignitate e Mãos Unidas

LISBOA – 13 de Março 2008: Renovação do Secretariado da Plataforma por Darfur com as seguintes instituições: Amnistia Internacional, Fundação Gonçalo da Silveira, Comissão Justiça e Paz dos Religiosos, Missionários Combonianos, Antena Fé e Justiça Europa África e TESE – Associação para o Desenvolvimento.

LISBOA - dia 12 de Fevereiro 2008: Entrega de carta aberta dirigida ao embaixador da China em Portugal.

LISBOA - Dia 31 de Dezembro 2007: Foram enviados para o Darfur cerca de 42.279,00€ para a Escola de Bileil Nyala cujo objectivo era a garantia do reforço alimentar e o ensino básico para 200 crianças do acampamento da cidade de Nyala.

Terça-feira, Abril 08, 2008

Manifesto S.O.S. Rio Paiva


Somos um grupo de cidadãos preocupados e empenhados na preservação e valorização do vale do Rio Paiva. Este movimento recebeu a denominação de 'SOS Rio Paiva' em 1999, quando a empresa 'Àguas do Douro e Paiva' manifestou a intenção de construír uma barragem no Rio Paiva, para abastecimento de água ao grande Porto, projecto que felizmente, parece ter sido abandonado. No entanto as ameaças subsistem, e aquele que ainda há pouco tempo era considerado o Rio menos poluído da Europa começa a apresentar cada vez mais sinais preocupantes de poluição. A pressão humana acentua-se e, ao mesmo tempo, a desertificação das aldeias tradicionais e o abandono dos terrenos agrícolas fazem-nos agir para inverter este processo de degradação.

Por isso lançamos este MANIFESTO para que possa ser subscrito por tod@s quantos se preocupam em travar a exploração ambiental e humana, contribuindo desta forma para a preservação de um espaço único como é o vale do Paiva:
http://www.petitiononline.com/RioPaiva/petition.html

O 'SOS Rio Paiva' pretende mobilizar os cidadãos para a participação cívica, na defesa e valorização do património natural que é o corredor do vale do Paiva, encaixado entre as serras de Leomil, Montemuro e Freita.

www.sosriopaiva.blogspot.com

Sexta-feira, Abril 04, 2008

O Palco vai à missa


Está convocado/a

Domingo 6 de Abril às 10h, na Igreja do Beato

R. do Grilo, 116-C, junto à Manutenção Militar)
(concentração no Palco Oriental às 9h)

Penosos e ardilosos são os longos corredores da Justiça em Portugal.

Rejeite a tétrica imagem do nosso funeral, faça qualquer coisa...
Comece por assinar a nossa petição online.
http://www.petitiononline.com/palcoori/petition.html

Palco Oriental
Calçada do Duque de Lafões, 78
1950-102 Lisboa
Tel: + 210 191 957/ 91 944 38 01
palcooriental@clix.pt
http://poriental.planetaclix.pt/cenas.html

Segunda-feira, Março 31, 2008

Música pelo Médio Oriente


Organizado pelo Tribunal-Iraque e pela Associação 25 de Abril, vai decorrer entre os dias 8 e 13 de Abril um conjunto de 4 concertos por artistas do Iraque – Wesam Ayub e Ehad Al-Azzaway - e da Palestina – Marwan Abado - aos quais se associaram vários artistas portugueses.

É o seguinte o programa dos concertos:


  • Dia 8 de Abril (terça-feira), 21,30h, no Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra.
    Com Camané e João Lóio.

  • Dia 10 de Abril (quinta-feira), 21,30h, no Theatro-Circo em Braga.
    Com os Clã e Jorge Palma.

  • Dia 12 de Abril (sábado), 21,30h, no Cinema S. Jorge em Lisboa.
    Com Luís Represas, João Pedro Pais e José Mário Branco.

  • Dia 13 de Abril (domingo), 16h, no Teatro Virgínia em Torres Novas.
    Com Paulo de Carvalho e José Mário Branco.

Bilhetes à venda nos locais dos espectáculos, Ticketline e lojas FNAC, ao preço único de 10,00 €.